MCB

Plano criminoso colombiano pretende assassinar dirigentes revolucionári@s latinoamericanos, caribenhos e europeus

Tal como denuncia o Partido Comunista de Venezuela  e a Direcçom Geral do MCB está em andamento um plano criminoso promovido polo governo colombiano, com apoio da CIA e o Mossad, para assassinar e sequestrar destacad@s dirigentes revolucionári@s venezuelanos e de outros países. Um comando terrorista teria penetrado em território venezuelano para assassinar quadros do movimento revolucionário.
Óscar Figuera, secretário geral do PCV, os membros da presidência Colectiva do MCB Narciso Isa Conde e Iñaki Gil de San Vicente, assim como o jornalista Jorge Enrique Botero, som algumhas das pessoas ameaçadas. A lista inclui a dirigentes do PCV, PSUV, M-28 e a Coordenadora Cultural Simón Bolívar.
Reproduzimos integramente o comunicado do Movimento Continental Bolivariano emitido hoje em Caracas.

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(VIDEO) PCV denuncia plano criminoso promovido polo governo colombiano para assassinar e sequestrar destacad@s dirigentes revolucionári@s

O processo revolucionário acha-se numha encruzilhada no que é urgente optar por avançar na via socialista

Assim de clarificador foi Gonzalo Gomez no acto público realizado onte em Vigo organziado pola AGARB. O revolucionário venezuelano de origem galego analisou a actual situaçom do processo bolivariano em curso destacando a necessidade de romper com o estado burguês e avançar na construçom de poder popular pois “corremos o risco de retrocesso e derrota”.

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Palestra sobre o processo revolucionário venezuelano com Gonzalo Gomez

AGARB organiza palestra com Gonzalo Gomez Freire, director do portal contrainformativo aporrea.org em Vigo sob a legenda “Para ser Poder Popular. Perspectivas do processo revolucionário venezuelano“.

Será a próxima segunda-feira, 18 de Janeiro, às 20h, na Casa da Cultura Galega (Antigo concelho). Praça da Princesa de Vigo.

Fonte: AGARB

[Opiniom] A nova estratégia golpista dos EUA na América Latina (Miguel Urbano Rodrigues)

O desfecho do golpe nas Honduras chamou a atenção para a nova estratégia golpista dos Estados Unidos na América Latina.

É transparente que Washington, recorrendo a processos diferentes dos tradicionais, conseguiu o que pretendia: afastar um presidente progressista democraticamente eleito e substitui-lo por gente da sua inteira confiança.

Essa vitória do imperialismo não deve ser subestimada porque se integra numa estratégia ambiciosa, que visa a neutralizar, sem pressas, o movimento de contestação dos povos da América Latina à dominação dos EUA.

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